Seminário: Gestão em Saúde Suplementar

O modelo de saúde vigente hoje no Brasil é alvo de críticas porque quanto mais a operadora restringe o acesso melhor será a sua rentabilidade. Já para os hospitais, clínicas e laboratórios é o contrário, ou seja, quanto mais procedimentos forem realizados maior é o faturamento.

Na ponta final desse processo que incentiva o gasto está o empregador que paga a conta.

A negociação de reajuste do convênio é livre entre operadora e o contratante, diferente do que ocorre na modalidade individual, cujo aumento é regulado pela ANS.

Em 2017, a inflação médica – que mede a variação dos preços de serviços de saúde e é usada para calcular o reajuste do convênio –  ficou em 19%, contra uma projeção de IPCA de 3,5%.

Agenda:

  • Abordagem geral sobre economia
  • Reflexos da crise econômica brasileira na Saúde Suplementar
  • Principais problemas enfrentados pelo setor atualmente
  • As questões sobre a tarifação de produtos
  • Judicialização
  • Tecnologia
  • Envelhecimento
  • Abordagem sobre Provisões Técnicas
  • O futuro: para onde vamos e tendências do mercado
  • Projeções atuariais de custos e riscos de longo prazo em saúde
  • Processos de mitigação de custos e riscos de longo prazo em saúde

Informações Gerais:

DATA: São Paulo, 05 de Abril de 2018.

HORÁRIO: Das 08h30 às 18h00

CARGA HORÁRIA: 08 Horas.

LOCAL: AUDITORIO DA FUNDAÇÃO CESP

Alameda Santos, 2477 – 5º andar – São Paulo

TAXA DE INSCRIÇÃO: 

Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e suas Patrocinadoras

R$ 800,00

Não Associados: R$ 1.250,00

INSCRIÇÕES: Até 01 de Abril de 2018

Fone: (11) 5531-2118

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