Críticas a fundos e Previc

cash_bag_of_money-5225858Representantes dos beneficiários de três dos maiores fundos de pensões do país (Petros, Funcef e Postalis) criticaram o aparelhamento político e a utilização desses fundos para a concretização de um plano de poder em audiência pública na Câmara dos Deputados.

As críticas se concentraram nas compras de participações de empresas e na incapacidade do regulador, a Previc, em atuar para proteger os pensionistas. A participação acionária em empresas “é uma rubrica que todos os fundos de pensão estão fazendo e que só serve ao governo federal”, disse o representante da Associação dos Mantenedores e Beneficiários da Petros (Ambep), Sergio Salgado.

Já o presidente da Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap), Luiz Alberto Barreto, apontou que os déficits das três instituições “estão praticamente nas mesmas empresas”. O secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência, Jaime Mariz, avaliou que “os problemas são pontuais, circunscritos a poucos fundos de pensão” e que eles decorrem principalmente de perdas no mercado de renda variável.

Valor Econômico